No vagar de quem tem pressa, Junho vai chegando, mais ou menos azul, mais ou menos preguiçoso, mais ou menos.
No olhos dos miúdos, o desejo do fim. Como nos nossos. Um desejo de silêncio e de distância. Um desejo. Apenas um desejo.
Antevemos o mar das férias a encaracolar a espuma na areia ou a despentear os calhaus. Vislumbramo-lo pelas frestas das nossas janelas. Porque, por agora, fazemos de conta: que os papeis são o mar, que o cansaço é mentira, que não há exames, nem reuniões, nem vida para além da nossa.
Por enquanto, a nossa gargalhada vai abrindo clareiras. Como os sorrisos. Os abraços. Nossos.
Espero que a minha gargalhada contribua, nem que seja um bocadinho...
ResponderEliminarClaro que sim. A tua gargalhada já faz parte do nosso património.
ResponderEliminarEu sou mais tímida, mas contribuo com um sorriso ;)
ResponderEliminarFinalmente chegou o dia!
ResponderEliminarQuase parece que é nunca e quase nunca chega!
ResponderEliminarEspero os dias enquanto passam os dos outros. Eu continuo aqui e espero o meu "quase". Mas o desejo também acredita em clareiras. Por isso, vou esperar e rir das tuas lindas gargalhadas. Quase tão lindas como as da Maria José.
Beijo sem ângulos rectos mas correcto. Rectangular